Eneaotil

E quando é a professora que comete bullying?

Então hoje, na hora do almoço:

– E o fulaninho da minha classe que virou menina? – disse o Lucas, cuspindo a comida de tanto rir.

Eu já ia levando o garfo à boca e parei por dois segundos para pensar no que dizer. Pensei que o molequinho tivesse dado uma desmunhecadinha e, pronto!, foi o motivo para a sala zoar o pobre o dia todo. Já tinha preparado a bronca:

– Por que, Lucas? Ele trocou o pênis por uma vagina?

Aí ele se babou todo de tanto gargalhar.

– Não, mãe. Ele escreveu aquelas coisas que só as meninas escrevem…

– E o que é que uma menina escreve e que menino não pode escrever?

– Ah, cartinhas de amor. Isso é coisa de menina. A professora que disse isso quando ela achou a carta (e aí Luquinhas afinou a voz e imitou a vaca): “Ih, fulano! Tá escrevendo essas coisinhas é? Tá virando menininha?”

Minha feição mudou de tal forma que o Lucas parou de rir imediatamente.

Contei para ele que as grandes cartas de amor da humanidade, as maiores, foram escritas por homens. Falei de Vinicius, Neruda, Pessoa, Chico, Aldir. Perguntei se, ao namorar de verdade com uma garota, ele vai lhe dar um tapa na cabeça ou uma carta de amor.

– Uma carta de amor, lógico.

Ufa. Um idiota a menos no mundo.

**

Hoje à noite vou mostrar-lhe todas as cartas de amor que já recebi. Dezenas delas. Das mais simples às mais rebuscadas. Dos bilhetes curtos às mais prolixas. Das escritas no começo de tudo às mais doloridas. Das mais antigas, amareladas, às últimas. Guardo todas.

E estou pensando em contactar o marido dessa professora. Porque já passou da hora da dita cuja mal amada receber uma carta de amor escrita por um homem de verdade.

64 comentários em “E quando é a professora que comete bullying?

  1. Dona Rose
    26 maio, 2011

    estou passada até agora!!!!!ela deve ter no discurso dela tb q, homem não chora!!!!

  2. jean boechat
    26 maio, 2011

    sou menininha. com orgulho.

  3. Fernando
    26 maio, 2011

    Eu tbm sou menininha.
    Eu guardava as minhas até eu casar, depois elas se foram, assim como as suas donas…

  4. Dani
    26 maio, 2011

    eu faria uma reclamação à diretoria. numa boa, sem medo de ser feliz.

    não é porque ela é mal amada que tem o direito de sacanear as crianças. po! que imbecil.

  5. L.
    26 maio, 2011

    Vou lá amanhã conversar, Dani! :)

  6. Dani
    26 maio, 2011

    além do machismo descarado, o completo desrespeito pelo aluno denunciando uma completa falta de profissionalismo….. ah puta merda, essa mulher não podia NUNCA estar em sala de aula. #revolta

  7. L.
    26 maio, 2011

    Tô contigo na revolta!

  8. Ândi Garcia
    26 maio, 2011

    Obrigado pela defesa, Le. Nós, homens de verdade que já escrevemos muitas cartas de amor, agradecemos. :P

  9. Dani
    26 maio, 2011

    não saia de lá sem a cabeça dela, pelo bem geral da nação.

  10. Dani
    26 maio, 2011

    Sigam escrevendo, por favor, todos! que a amargura não tome conta de nossas vidas nunca.

  11. Ana Luísa
    26 maio, 2011

    Nossa, que ridícula a atitude dessa professora! Eu acho que ligaria e conversaria com a coordenadora! Como ela pode expor um aluno ao ridículo assim? E só de ler seu blog a algum tempo eu tenho certeza: Lucas é do tipo que vai escrever cartas de amor. Ele está beeeem longe de ser um machista idiota!
    Beijos!

  12. Marco
    26 maio, 2011

    Concordo com toda a revolta. No entanto, vamos tomar cuidado.
    A revolta com o machismo da professora não pode ser justificada com mais machismo, como a ideia da professora ser “mal amada”, e que só o marido dela pode resolver as coisas…
    Quero acreditar que os comentários foram feitos somente a partir da carta de amor, e que se a professora nunca recebeu uma carta de um homem é então mal amada. Agora, se há o duplo sentido da expressão popular “mal amada”/”mal comida”, pensemos um pouco como essa expressão também não é um tanto machista enquanto coloca para a mulher a necessidade de ter seu “macho” que faça “bem o serviço” para que ela se controle, afinal de contas as mulheres são todas descontroladas mesmo, não é?
    No mais, acho que a intervenção com a professora é mais do que necessária, no entanto eu não apelaria num primeiro momento para a diretora ou coordenadora, ou seja quem for. Medidas como essas quase sempre não obtém resultado algum, ou o resultado é negativo para a professora, que é penalizada pela sua conduta, podendo ser demitida, sem refletir sobre sua prática, muito menos isso reverterá em algo positivo para a sociedade. Eu conversaria com essa professora sobre o discurso dela. Sou professor também, e conversando com muitos colegas, já consegui que eles mudassem algumas posturas e práticas…
    Abraços!

  13. L.
    26 maio, 2011

    Mal amada só tem relação com a carta mesmo, Marco! Não pensei em “mal comida” não. E acho também que tudo deve ser resolvido na conversa. Vou falar com ela amanhã. Te conto o que rolou. Abração.

  14. Dani
    26 maio, 2011

    sei lá marco, todo mundo erra sim, fui professora por 4 anos e já paguei king kongs. mas nada que não se resolva com conversa e abertura em questão de segundos com os próprios alunos, porque isso é o que “não tem preço”: eles se sentirem à vontade pra dizer o que quer que seja diretamente para a professora. isso é respeito, autoridade, trabalho em equipe, diálogo. mas que abertura e que respeito você tem com alguém que dá aula às custas de te desmoralizar? eu, como aluna, ou não abriria a boca, com medo de ser o próximo, ou reforçaria o discurso dela pra ter certeza que tou em segurança.
    esse tipo de atitude, pra mim, é indício claríssimo de trollagem. envolve desde o desrespeito à individualidade, a conduta imprópria de expor o aluno na frente da turma, até pensar no porque do comentário: ele estaria distraído escrevendo, ou a cartinha teria causado alvoroço? então a forma que ela tem como profissional de retomar o controle sobre a turma é às custas do sacrifício de algum deles perante a turma? por mais que eu me lembre de tudo o que eu não sabia no começo e que aprendi ao longo do caminho, por mais que eu lembre de tudo que eu ainda tinha para aprender…. continuo achando bem sério.
    como lidar com isso cabe à escola decidir (e eu acho bem provável que isso seja ignorado e dê em nada, o que é uma pena), mas não dá pra deixar passar batido.

  15. Luiz com Z
    26 maio, 2011

    Finalmente uma professora que merece um puxão de orelha. Não agüentava mais só ler histórias de professores ameaçados pelos alunos. É bom pra lembrar que ainda existe “bullying professoral”. Sofri mais de uma vez, meus pais foram, cada um de uma vez, chamar a direção na chincha. Adorava quando eles iam me defender.

  16. Denis
    26 maio, 2011

    Uma declaração sincera de amor é atemporal e indelével.

    Nos 37 anos como inquilino desse mundinho louco e apaixonante, escrevi e recebi inúmeros bilhetes, cartas, cartazes, faixas, faxes, emails e posts de amor.

    Guardo todos com muito carinho, em especial um bilhetinho de uma admiradora secreta (que, para minha tristeza, nunca se revelou) que ganhei na sexta série.

    O que me deixa feliz é saber que a recíproca é verdadeira.

    Assim como mantenho mensagens de amor que recebi no meu blog, vejo nos blogs de antigas namoradas que minhas declarações continuam lá, intactas, protegidas pelo incansável âmbar de um sentimento 100% verdadeiro.

    Talvez essa professora nunca tenha recebido uma declaração dessa natureza, daí a origem de postura tão tacanha.

    Quem sabe se ela começar a receber emails anônimos de admiradores secretos ela não mude de idéia? :-)

  17. Midiã
    26 maio, 2011

    Enquanto tantas mulheres sonham com um alguém que as escreva cartas de amor sem fim, sonetos de fidelidade ou um simples eu te amo, essa criatura faz o favor de bloquear em uma criança esse tipo de atitude… revolta!

  18. fátima
    26 maio, 2011

    ela nunca deve ter recebido uma carta de amor, né? tadinha…

  19. Marcello
    26 maio, 2011

    Eu fiquei imaginando em quais expedientes você usaria para convencer o marido da tal professora a escrever cartas de amor.

  20. Leonardo Xavier
    26 maio, 2011

    Realmente, eu acho uma infelicidade que nos nossos tempos ainda se pense que escrever cartas de amor seja algo que torne um homem menos homem. Eu acho que o exemplo que você deu para o seu filho foi muito bonito.

  21. Luma
    26 maio, 2011

    Conversa com a professora, com a diretora ou com quem for e conta pra gente como foi!

  22. Thiara Andrade
    26 maio, 2011

    Provavelmente, essa professora é daquelas pessoas que acham que homem não pode aparar os pelos, pentear os cabelos ou usar perfume (conheço uma pessoa quase assim). Acham que o “bilau” do cara vai cair se ele secar depois de fazer xixi ou vai “enviadar” se for gentil… Ela deve gostar daquele esteriótipo de homem que anda fedorento, cospe no chão e coça o saco pra dizer que é machão. Homem não escreve cartas de amor e não chora?! Ah, professora, me polpe… Ah, Leonor! Seu filho já escreve cartas de amor… pra você.

  23. Fabiana
    26 maio, 2011

    Ótimo trabalho!! Um idiota a menos no mundo, demais!!
    bjs,
    Fabi
    (Venho sempre por aqui,mas nunca comentei)

  24. P. Bunny
    26 maio, 2011

    Tô passada!
    To me formando pra ser professora. O pior dessa atitude é que a professora é “referência” – o Luquinhas, que pelo que eu leio é um amor de criança, embarcou na dela (eu nunca comento mas leio sempre, então perdoe a intimidade), acreditou que era coisa de menina. E esse menino deve ter acreditado tb – pode bloquear as cartas de amor e achar q não é coisa de homem. Tem q puxar a orelha dessa mulher, mas se eu pudesse, ia dar um beijo nesse menino e dizer “obrigado por me ajudar a acreditar no cavalheirismo”.
    aiai.

  25. A. Almeida
    26 maio, 2011

    Trabalho na educação. Já vi algumas coisas desse tipo. Nâo tão grave. É urgente que procure a direção dessa escola. Não me imagino, recebendo uma mãe com um assunto desse. Ufa!!!!!

  26. Páua
    26 maio, 2011

    To pasma! Minha mãe é professora do 3º ano, contei isso a ela que tmbm ficou boba. Eu acho que você, como mãe de um aluno dessa professora, deveria ir na escola e principalmente, explicitar o caso em reunião de pais e mestres.
    Dessa vez, foi com o fulaninho, mas e se o Lucas tivesse escrito uma carta para uma das 1.598 namoradas dele? A professora podia fazer o mesmo comentário lamentável.
    Eu acho que vou ser uma mãe louca!

    Adoro carta de amor, meu namorado me escreve umas lindas. *__*
    =*

  27. Bel Campos
    26 maio, 2011

    Ufa. Um idiota a menos no mundo.

    é, um idiota a menos no mundo. alias, uma pessoa duplamente menos idiota no mundo. se todos os pais nessa situação explicassem para os filhos o quão maravilhoso é escrever uma carta de amor e o quão inaceitável é reprimir alguém dessa forma, teríamos pessoas muito melhores…

    ;*

  28. Mari Biddle
    26 maio, 2011

    Gente despreparada, machista e sabe se lá mais o quê, lecionando para nossos filhos. Que pena, viu! Eu fico tão chateada com um negócio desses.

  29. Mari Biddle
    26 maio, 2011

    Porquê escrever cartas de amor é ser fraco, é coisa de gente fraca, é coisa de mulher, esse bicho fraco. Deve ser essa frase que passa na cabeça dessa ‘deseducadora’.

    Espero que isso não tenha afetado o Lucas.

  30. Yasmin
    26 maio, 2011

    Meus pais são professores e li o post pra eles. Achamos a atitude da professora mesmo vergonhosa, mas muuuuito sutil perto de um professor que tive.
    O tal se chamava Marcelo e lecionava “música”. Eu estava na primeira série e jamais vou me esquecer do dia em que um menino cantou desafinado e o fdp fez uma roda com todos os alunos, colocou o desafinado no meio e mandou todos apontarem e rirem da cara dele! :)
    E olha que eu só tenho 18 anos, nem faz taaaanto tempo assim, rs!

    Tenho uma filhinha e rezo a cada dia pra que coloquem pessoas diferentes do Marcelo e da professora do Lucas no caminho dela, pq mecheu com a minha cria, mecheu com uma parte de mim que ninguém gosta de conhecer. (Como qualquer mãe, né?!)

    Parabéns pelo blog, Leonor!
    beijõooes

  31. donalo
    27 maio, 2011

    PQP!! Muito do que eu diria já foi dito, faço minhas todas as manifestações anteriores. Também sou mãe, e também passo por situações como esta. É o trabalho diário de tentar formar mais um homem de bem, tendo que passar por cima de tantos conceitos pré estabelecidos… Não é brinquedo não!

  32. Annie Adelinne
    27 maio, 2011

    E existe presente mais pessoal, mais íntimo que uma carta? Com a vantagem de poder guardar por tempo indeterminado, e olhar de novo sempre que tiver vontade. Ah, e o prazer de ler uma carta antiga e lembrar do que você sentiu naquela época? Impagável… Todo mundo precisa receber uma carta.

    PS: Conheci seu blog muito por acaso, lendo textos recomendados pelo Reader. Amei e já estou seguindo. Parabéns pelo blog!

  33. Bárbara
    27 maio, 2011

    Adorei que vc guarda todas as cartas de amor. Independente da fonte. rs!

  34. Carol Rodrigues
    27 maio, 2011

    Então
    Eu leio pelo RSS e nunca venho comentar
    HOJE em especial, vil SÓ aplaudir você
    Quando eu tiver um filho, quero ser que nem vc!

    =**

  35. Li
    27 maio, 2011

    Muito triste saber que em pleno século XXI, num ambiente onde deveriam ajudar a formar pessoas, existe alguém que desconstrói as coisas. Crianças, por natureza, costumam ser cruéis entre si, não é preciso um adulto reforçar ou incentivar. E outra, e se o garoto fosse ‘menininha’, no sentido homossexual, ela quebraria lâmpadas em suas costas e o agrediria, como tantos casos que temos assistido recentemente?
    Não sei se por ter estudado numa escola estadual onde convivíamos com crianças com as mais variadas necessidades (cegas, surdas, com Síndrome de Down, paralégicas, etc) ou pela educação recebida em casa, de que posso não concordar, mas preciso aceitar o outro como ele é, não consigo entender essas atitudes.

  36. Marina
    27 maio, 2011

    Sem dúvida: um idiota a menos no mundo.

  37. Priscilla Vassalo
    27 maio, 2011

    Que coisa absurda!!! Aproveita e mostra esse vídeo a ela: http://www.youtube.com/watch?v=YzrrExK5yAM e pergunta se ela acha JUSTO que um sentimento puro como esse seja calado por uma pessoa que não sabe lidar com sentimentos.

  38. Murdock
    27 maio, 2011

    Ah, hoje em dia nem se escrevem cartas de amor e aposto que os e-mails que mandei já foram deletados. Os cartões que mandei na adolescência por sua vez já devem ter sido devidamente reciclados.

  39. Ane Karoline
    27 maio, 2011

    Esse post deveria virar uma carta para a professora.

  40. Luciana
    28 maio, 2011

    Mostra pra ela aquela parte do filme The Wall. Ela repetiu a cena daquele professor troglodita e retrógrado, que praticava bullying apoiado pela sociedade da época.
    Infelizmente, como professora, tenho que me deparar com este tipo de coisa e ainda crer que existem pensamentos deste tipo…triste…triste

  41. Nuna
    28 maio, 2011

    Leonor,
    Ainda bem que vc prepara bem o seu filho, porque sempre vão aparecer pessoas deste naipe na vida da gente.
    A minha filha tem 9 anos, e todas as crianças ODEIAM a professora de ed artística…eu mesma quando fui na reunião fiquei com medo dela ( e olha que eu sou ariana brava rsrsrs).
    Ela chama os alunos de burros, surdos, grita com todo mundo, qdo vê um desenho que não a agrada ela fala : Este desenho está um lixo!
    Claro que já reclamei dela prá orientadora, umas 3 vezes…e ontem tive que reclamar de novo e até ameacei fazer um abaixo-assinado com os pais contra essa infeliz, porque minha filha está começando a odiar artes…
    Ela me fala: Ai mãe, hoje tem ed artística…a professora vai xingar todo mundo de novo…
    Me dá uma dica…o que devo fazer?

  42. Eduardo Goldenberg
    30 maio, 2011

    Opa! Pelo critério abjeto da abjeta mulher (que não merece o título de professora) eu sou tijucana desde que nasci?! Sempre escrevi cartas de amor ridículas e, como disse F. Pessoa, sempre me senti o anti-ridículo por conta disso.

  43. Clarisse Ilgenfritz
    30 maio, 2011

    eu quero uma carta de amooooor!!!

  44. Décio
    30 maio, 2011

    “Luquinhas”, “Vinicius, Neruda, Pessoa, Chico, Aldirrrrrrrrrrrrrrrrrrrr”, que coisa mais nojenta. Perdi 10 segundos da minha vida lendo isso!

  45. Camila
    31 maio, 2011

    Décio tem muito medo de não ser homem o suficiente.

  46. Flávia Eloá
    31 maio, 2011

    eu preciso de uma cartinha de amor, na época da escola era tão gostoso receber uma cartinha assim… tenho pena dessa professora…

  47. Claudiana Gois
    1 junho, 2011

    Caramba!
    Pensei que não houvesse mais isso no mundo. Pelo menos não no mundo das escolas. Ainda a semana passada um professor que conheço utilizou aquela crônica Homem que é Homem para dar uma aula sobre estereótipo (e foi ótimo!). Espero que este menino (e todos os outros) ignorem esse tipo de comentário solenemente. Para sempre.

  48. A. Almeida
    4 junho, 2011

    Querida, gostaria de saber se vc procurou a direção????
    Eu e acho que muitas outtras esperam esse resultado…
    Beijos e tudo de melhor.

  49. Danielle
    5 junho, 2011

    Triste é que provavelmente o mundo perdeu um escritor de cartas de amor, já que esse menino vai lembrar pra sempre o dia que foi zoado pela professora.

  50. Aline Cortes
    6 junho, 2011

    E se o Lucas puxar seu dom pela escrita, fará cartas de amor lindas!!!

  51. Rosangela Kabad
    8 junho, 2011

    É sempre positivo tomar uma atitude, não podemos permanecer omissos em casos como esses, afinal é uma questão educacional e as crianças enaltecem tudo o que o professor comenta em sala de aula. Infelizmente hoje nossas crianças não tem mais mestres e sim alguns professores sem respeito aos valores humanos

  52. Alessa - Barcelona
    8 junho, 2011

    Que triste nao? Faz poco tempo recebí uma carta muito bonita do que é meu ex agora, era uma carta com sentimentos, que dizía o que ele realmente sentía, coisa que nao me demonstrava (por isso é meu ex agora rsrsrs) mas en fim que em seu momento adorei receberla, foi um e-mail que cuidadosamente passei pelo word e a emprimí. Estará no baú das minhas lembranças. Com a tecnología já nao se escrevem cartas como as de antes e para quando uma pequena criatura resolve por livre e espontanea vontade expressar-se vem uma “mal amada” realmente, porque tem que ter sua sensibilidade congelada coisa que as pessoas que se senten amadas desconhecem, e faz isso, é triste nao?

  53. Marcos Ammon
    8 junho, 2011

    Por favor querida autora, nos atualize da sua ida a escola. Seria interessante também falar com a mãe do garoto que sofreu esse bullying. “Muito” provavelmente que ele não falou desse episódio com os seus pais de vergonha. Ela vai ficar te chamando de “Mãe” com uma educação falsa e um cinismo escondido mas não perca a compostura por causa disso!

    E a minha primeira carta de amor foi na escola também. Saí correndo de vergonha. A menina era muito mais velha que eu, então eu não tinha nenhuma chance, mas pelo menos ela achou fofo :)

  54. Patricia Alencar
    11 junho, 2011

    Eu também fico revoltada… mas ao ler este post me deu uma vontade danada é de pegar minha caixa de sapatos cheia de cartas de antigos amores e amigos, ai, ai… #nostalgia

  55. Sabrina
    13 junho, 2011

    Pô, se eu fosse a mãe do Lucas iria me encontrar com essa professorinha mal amada!
    Com certeza não era aula de ética ou literatura que essa vaca estava lecionando!

  56. meusconvidados
    17 junho, 2011

    Oi, sou Pedagoga, mãe e blogueira. Li teu blog (alguns post’s obviamente) e virei tua FÃ na hora! Quero dizer q fiquei encantada pela forma q vc escreve e descreve os dias ao lado do seu príncipe. Que menino lindo, fofo, carinhoso e inteligente!
    Vou adicionar teu link no meu blog pra voltar sempre aqui, tá? :)
    Parabéns pela mãe q vc é, pelo filhote e pelas belas palavras aqui encontradas. Adorei!
    Beijos e se quiser nos conhecer, o blog da minha princesinha é:
    http://umaprincesaeduasmaes.blogspot.com/

    Kaká

  57. ediney santana
    27 junho, 2011

    E foi isso que aconteceu comigo , vc pode ler aqui meu relato
    http://cartasmentirosas.blogspot.com/2010/12/bullying.html

  58. lipencia
    27 junho, 2011

    omundoemquenaoconhecemos.blogspot.com BLOG LIXOSOOOOOOO LIXOOOOOOO

  59. naiana
    30 junho, 2011

    o blog acabou????

  60. Jamile Torso
    3 julho, 2011

    Lele cade vc?

  61. Ba Moretti
    21 julho, 2011

    Feliz de quem tem na vida uma menininha.
    Me diz, o que faz uma “professora” dessa em sala de aula?

    (Minha 1ª vez aqui, gostei do blog!)

  62. Jimi Aislan
    1 outubro, 2011

    Sabe…muitas pessoas me elencam como uma das pessoas mais gentis e educadas que conhecem…sempre que ouço esse elogio eu transmito a minha mãe…meu pai tem participação FUNDAMENTAL no meu caráter…mas as sutilezas e gentilezas são próprias da alma feminina…o que professora talvez não saiba é que equilíbrio faz parte de nossas vidas…cartas de amor, puxar a cadeira, abrir a porta de um carro, dar bom dia sorrindo, perguntar o nome de quem te atende (ajuda)…são coisas que aprendi com minha mãe…quando vejo suas atitudes com seu filho…penso de imediato que, assim como eu, ele tem sorte de ter uma mãe que conversa com ele…que realmente conversa e dialoga…
    Já estou aqui há mais tempo e sou fã..não só do blog, porque ele é só um caderno de notas…mas de vcs…
    Parabéns pela firmeza de caráter e exemplos de boa educação!

  63. Liian
    11 outubro, 2011

    Essa professora, não está no lugar certo.
    Não sabe com certeza o que está fazendo com a mente dessa criança…
    Escrever cartas é coisa de menininha?
    Ela poderia aproveitar e dinamizar a aula, pedindo para que seus alunos escrevessem cartas para pessoas que eles gostam…
    mas dizer o que ela disse…aff…
    foi terrivel..

  64. Pingback: E quando é a professora que comete bullying? | Livros e afins

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Publicado às 26 maio, 2011 por em Na cidade e marcado .
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